domingo, 4 de dezembro de 2011

EXILADOS DE CAPELA




Dentre os vários contingentes de exilados trazidos para o planeta Terra, o caso mais vivo em nossa memória espiritual, talvez por ter sido o mais recente, é o dos exilados provenientes do sistema de Capela.
Conforme nos relata Ramatis em "Mensagens do Astral", obra psicografada por Hercílio Maes, "...temos à disposição em nosso mundo, literatura mediúnica que cita muitos casos de espíritos expulsos de outros orbes para a Terra, em fases de seleção entre o "trigo e o joio" ou entre os "lobos e as ovelhas", fases essas pelas quais tereis em breve de passar, para higienização do vosso ambiente degradado.
Entre os muitos casos de exílio que vosso mundo tem acolhido, ocorreram diversos casos isoladamente (em pequenos contingentes), e bem como emigrações em massa, como a proveniente do sistema de Capela, as quais constituíram no vosso mundo as civilizações dos chineses, hindus, hebraicos e egípcios, e ainda o tronco formativo dos árias. Esse o motivo por que, ao mesmo tempo em que floresciam civilizações faustosas e se revelavam elevados conhecimentos de ciência e arte, desenvolvidos pelos exilados, os espíritos originais da Terra mourejavam sob o primitivismo de tribos acanhadas.
Ombreando com o barro amassado, das cabanas rudimentares do homem terrícola, foram-se erguendo palácios, templos e túmulos faustosos, comprovando um conhecimento e poder evocado pelos exilados de outros planetas."
"No vosso mundo, esses enxotados de um paraíso planetário constituíram o tronco dos árias, descendendo dele os celtas, latinos, gregos e alguns ramos eslavos e germânicos; outros formaram a civilização épica doshindus, predominando o gênero de castas que identificava a soberbia e o orgulho de um tipo psicológico exilado. As mentalidades mais avançadas constituíram a civilização egípcia, retratando na pedra viva a sua "Bíblia" suntuosa, enquanto a safra dos remanescentes, inquietos, indolentes e egocêntricos, no orbe original, fixou-se na Terra na figura do povo de Israel.
Certa parte desses exilados propendeu para os primórdios da civilização chinesa, onde retrataram os exóticos costumes das corporações frias, impiedosas e impassivas do astral inferior, muito conhecidas como os "dragões" e as "serpentes vermelhas".
Segundo Edgar Armond na obra "Os Exilados da Capela", "esta humanidade atual foi constituída, em seus primórdios, por duas categorias de homens, a saber: uma retardada, que veio evoluindo lentamente através das formas rudimentares da vida terrena, pela seleção natural das espécies, ascendendo trabalhosamente da inconsciência para o Instinto e deste para a Razão; homens, vamos dizer autóctones, componentes das raças primitivas das quais os "primatas" foram o tipo anterior melhor definido; eoutra categoria, composta de seres exilados da Capela, o belo orbe da constelação do Cocheiro a que já nos referimos, outro dos inumeráveis sistemas planetários que formam a portentosa, inconcebível e infinita criação universal."
"Esses milhões de ádvenas para aqui transferidos, eram detentores de conhecimentos mais amplos, e de entendimento mais dilatado, em relação aos habitantes da Terra e foi o elemento novo que arrastou a humanidade animalizada daqueles tempos para novos campos de atividade construtiva, para o aconchego da vida social e, sobretudo, deu-lhe as primeiras noções de espiritualidade e do conhecimento de uma divindade criadora."
"Essa permuta de populações entre orbes afins de um mesmo sistema sideral, e mesmo de sistemas diferentes, ocorre periodicamente, sucedendo sempre a expurgos de caráter seletivo; como também é fenômeno que se enquadra nas leis gerais da justiça e da sabedoria divinas, porque vem permitir reajustamentos oportunos, retomadas de equilíbrio, harmonia e continuidade de avanços evolutivos para as comunidades de espíritos habitantes dos diferentes mundos."
"Por outro lado é a misericórdia divina que se manifesta, possibilitando a reciprocidade do auxílio, a permuta de ajuda e de conforto, o exercício enfim, da fraternidade para todos os seres da criação. Os escolhidos, neste caso, foram os habitantes de Capela que deviam ser dali expurgados por terem se tornado incompatíveis com os altos padrões de vida moral já atingidos pela evoluída humanidade daquele orbe."
"Mestres, condutores e líderes que então se tornaram das tribos primitivas, foram eles, os exilados, que definiram os novos rumos que a civilização tomou, conquanto sem completo êxito."
Vamos prosseguir neste tópico com informações trazidas por Emmanuelem "A Caminho da Luz", obra psicografada por Francisco Cândido Xavier, as quais nos proporcionam uma rápida idéia de como e em que regiões do planeta foram organizados os exilados provenientes de Capela.






O Sistema de Capela
Nos mapas zodiacais, que os astrônomos terrestres compulsam em seus estudos, observa-se desenhada uma grande estrela na Constelação do Cocheiro, que recebeu, na Terra, o nome de Cabra ou Capela. Magnífico sol entre os astros que nos são mais vizinhos, Capela é uma estrela inúmeras vezes maior que o nosso Sol e, se este fosse colocado em seu lugar, mal seria percebido por nós, à vista desarmada.
Na abóbada celeste está situada no hemisfério boreal, limitada pelas constelações da Girafa, Perseu e Lince; e quanto ao Zodíaco, sua posição é entre Gêminis, Perseu e Tauro. Na sua trajetória pelo Infinito, faz-se acompanhar, igualmente, da sua família de mundos, cantando as glórias do Ilimitado. A sua luz gasta cerca de 42 anos para chegar à face da Terra, considerando-se, desse modo, a regular distância existente entre Capela e o nosso planeta, já que a luz percorre o espaço com a velocidade aproximada de 300.000 quilômetros por segundo.
Quase todos os mundos que lhe são dependentes já se purificaram física e moralmente, examinadas as condições de atraso moral da Terra, onde o homem se reconforta com as vísceras dos seus irmãos inferiores, como nas eras pré-históricas de sua existência, marcham uns contra os outros ao som de hinos guerreiros, desconhecendo os mais comezinhos princípios de fraternidade e pouco realizando em favor da extinção do egoísmo, da vaidade, do seu infeliz orgulho.
Um Mundo em Transições
Há muitos milênios, um dos orbes da Capela, que guarda muitas afinidades com o globo terrestre, atingira a culminância de um dos seus extraordinários ciclos evolutivos. As lutas finais de um longo aperfeiçoamento estavam delineadas, como ora acontece convosco, relativamente às transições esperadas no século XX, neste crepúsculo de civilização.
Alguns milhões de Espíritos rebeldes lá existiam, no caminho da evolução geral, dificultando a consolidação das penosas conquistas daqueles povos cheios de piedade e virtudes, mas uma ação de saneamento geral os alijaria daquela humanidade, que fizera jus à concórdia perpétua, para a edificação dos seus elevados trabalhos.
As grandes comunidades espirituais, diretoras do Cosmos, deliberam, então, localizar aquelas entidades, que se tornaram pertinazes no crime, aqui na Terra longínqua, onde aprenderiam a realizar, na dor e nos trabalhos penosos do seu ambiente, as grandes conquistas do coração e impulsionando, simultaneamente, o progresso dos seus irmãos inferiores.
Espíritos Exilados na Terra


Foi assim que Jesus recebeu, à luz do seu reino de amor e de justiça, aquela turba de seres sofredores e infelizes.
Com a sua palavra sábia e compassiva, exortou essas almas desventuradas à edificação da consciência pelo cumprimento dos deveres de solidariedade e de amor, no esforço regenerador de si mesmas. Mostrou-lhes os campos imensos de luta que se desdobravam na Terra, envolvendo-as no halo bendito da sua misericórdia e da sua caridade sem limites. Abençoou-lhes as lágrimas santificadoras, fazendo-lhes sentir os sagrados triunfos do futuro e prometendo-lhes a sua colaboração cotidiana e a sua vinda no porvir.
Aqueles seres angustiados e aflitos, que deixavam atrás de si todo um mundo de afetos, não obstante os seus corações empedernidos na prática do mal, seriam degredados na face obscura do planeta terrestre; andariam desprezados na noite dos milênios da saudade e da amargura; reencarnariam no seio de raças ignorantes e primitivas, a lembrarem o paraíso perdido nos sofrimentos distantes. Por muitos séculos não veriam a suave luz da Capela, mas trabalhariam na Terra acariciados por Jesus e confortados na sua imensa misericórdia.
A Civilização Egípcia
Dentre os Espíritos degredados na Terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que mais se destacaram na prática do Bem e no culto da Verdade.
Aliás, importa considerar que eram eles os que menos débitos possuíam perante o tribunal da Justiça Divina. Em razão dos seus elevados patrimônios morais, guardavam no íntimo uma lembrança mais viva das experiências de sua pátria distante. Um único desejo os animava, que era trabalhar devotadamente para regressar, um dia, aos seus penates (deuses do lar entre os romanos e etruscos - Derivação:sentido figurado. casas paternas; lares, famílias) resplandecentes. Uma saudade torturante do céu foi a base de todas as suas organizações religiosas.
Em nenhuma civilização da Terra o culto da morte foi tão altamente desenvolvido. Em todos os corações a ansiedade de voltar ao orbe distante, ao qual se sentiam presos pelos mais santos afetos. Foi por esse motivo que, representando uma das mais belas e adiantadas civilizações de todos os tempos, as expressões do antigo Egito desapareceram para sempre do plano tangível do planeta. Depois de perpetuarem nas pirâmides os seus avançados conhecimentos, todos os Espíritos daquela região africana regressaram à pátria sideral.
A Ciência Secreta
Em virtude das circunstâncias mencionadas, os egípcios traziam consigo uma ciência que a evolução não comportava.
Aqueles grandes mestres da antiguidade foram, então, compelidos a recolher o acervo de suas tradições e de suas lembranças no ambiente reservado dos templos, mediante os mais terríveis compromissos dos iniciados nos seus mistérios. Os conhecimentos profundos ficaram circunscritos ao círculo dos mais graduados sacerdotes da época, observando-se o máximo cuidado no problema da iniciação.
A própria Grécia, que aí buscou a alma de suas concepções cheias de poesia e beleza, através da iniciativa dos seus filhos mais eminentes, no passado longínquo, não recebeu toda a verdade das ciências misteriosas. Tanto é assim, que as iniciações no Egito se revestiam de experiências terríveis para o candidato à ciência da vida e da morte - fatos esses que, entre os gregos eram motivos de festas inesquecíveis.
Os sábios egípcios conheciam perfeitamente a inoportunidade das grandes revelações espirituais naquela fase do progresso terrestre; chegando de um mundo de cujas lutas, na oficina do aperfeiçoamento, haviam guardado as mais vivas recordações, os sacerdotes mais eminentes conheciam o roteiro que a Humanidade terrestre teria de realizar. Aí residem os mistérios iniciáticos e a essencial importância que lhes era atribuída no ambiente dos sábios daquele tempo.
O Politeísmo Simbólico
Nos círculos esotéricos, onde pontificava a palavra esclarecida dos grandes mestres de então, sabia-se da existência do Deus Único e Absoluto, Pai de todas as criaturas e Providência de todos os seres, mas os sacerdotes conheciam, igualmente, a função dos Espíritos prepostos de Jesus, na execução de todas as leis físicas e sociais da existência planetária, em virtude das suas experiências pregressas.
Desse ambiente reservado de ensinamentos ocultos, partiu, então, a idéia politeísta dos numerosos deuses, que seriam os senhores da Terra e do Céu, do Homem e da Natureza. As massas requeriam esse politeísmo simbólico, nas grandes festividades exteriores da religião. Já os sacerdotes da época conheciam essa franqueza das almas jovens, de todos os tempos, satisfazendo-as com as expressões exotéricas de suas lições sublimadas.
Dessa idéia de homenagear as forças invisíveis que controlam os fenômenos naturais, classificando-as para o espírito das massas, na categoria dos deuses, é que nasceu a mitologia da Grécia, ao perfume das árvores e ao som das flautas dos pastores, em contato permanente com a Natureza.
O Culto da Morte e a Metempsicose
Um dos traços essenciais desse grande povo foi a preocupação insistente e constante da Morte. A sua vida era apenas um esforço para bem morrer. Seus papiros e afrescos estão cheios dos consoladores mistérios do além-túmulo.
Era natural. O grande povo dos faraós guardava a reminiscência do seu doloroso degredo na face obscura do mundo terreno. E tanto lhe doía semelhante humilhação, que, na lembrança do pretérito, criou a teoria da metempsicose, acreditando que a alma de um homem podia regressar ao corpo de um irracional, por determinação punitiva dos deuses. a metempsicose era o fruto da sua amarga impressão, a respeito do exílio penoso que lhe fora infligido no ambiente terrestre.
Inventou-se, desse modo, uma série de rituais e cerimônias para solenizar o regresso dos seus irmãos à pátria espiritual. Os mistérios de Ísis e Osíris mais não eram que símbolos das forças espirituais que presidem aos fenômenos da morte.
Os Egípcios e as Ciências psíquicas
As ciências psíquicas da atualidade eram familiares aos magnos sacerdotes dos templos. O destino e a comunicação dos mortos e a pluralidade das existências e dos mundos eram, para eles, problemas solucionados e conhecidos. O estudo de suas artes pictóricas positivam a veracidade destas nossas afirmações. Num grande número de afrescos, apresenta-se o homem terrestre acompanhado do seu duplo espiritual.
Os papiros nos falam de suas avançadas ciências nesse sentido, e, através deles, podem os egiptólogos modernos reconhecer que os iniciados sabiam da existência do corpo espiritual preexistente, que organiza o mundo das coisas e das formas. Seus conhecimentos, a respeito das energias solares com relação ao magnetismo humano, eram muito superiores aos da atualidade. Desses conhecimentos nasceram os processo de mumificação dos corpos, cujas fórmulas se perderam na indiferença e na inquietação dos outros povos.
Seus reis estavam tocados do mais alto grau de iniciação enfeixando nas mãos todos os poderes espirituais e todos os conhecimentos sagrados. É por isso que a sua desencarnação provocava a concentração mágica de todas as vontades, no sentido de cercar-lhes o túmulo de veneração e de supremo respeito. Esse amor não se traduzia, apenas, nos atos solenes da mumificação. Também o ambiente dos túmulos era santificado por estranho magnetismo. Os grandes diretores da raça, que faziam jus a semelhantes consagrações, eram considerados dignos de toda a paz no silêncio da morte.
As Pirâmides
A assistência carinhosa do Cristo não desamparou a marcha desse povo cheio de nobreza moral. Enviou-lhe auxiliares e mensageiros, inspirando-o nas suas realizações, que atravessaram todos os tempos provocando a admiração e o respeito da posteridade de todos os séculos.
Aquelas almas exiladas, que as mais interessantes características espirituais singularizam, conheceram, em tempo, que o seu degredo na Terra atingira o fim. Impulsionados pelas forças do Alto, os círculos iniciáticos sugerem a construção das grandes pirâmides, que ficariam como a sua mensagem eterna para as futuras civilizações do orbe. Esses grandiosos monumentos teriam duas finalidades simultâneas: representariam os mais sagrados templos de estudos e iniciação, ao mesmo tempo em que constituiriam, para os pósteros (que ainda vai acontecer; futuro - a geração ou as gerações que vêm depois da de quem fala ou escreve) um livro do passado, com as mais singulares profecias em face das obscuridade do porvir.
Levantaram-se, dessarte (advérbio - destarte - assim, desta maneira; dessarte) as grandes construções que assombraram a engenharia de todos os tempos. Todavia, não é o colosso de seus milhões de toneladas de pedra nem o esforço hercúleo do trabalho de sua justaposição o que mais empolga e impressiona a quantos contemplam esses monumentos. As pirâmides revelam os mais extraordinários conhecimentos daquele conjunto de Espíritos estudiosos das verdades da vida. A par desses conhecimentos, encontram-se ali os roteiros futuros da Humanidade terrestre.
Cada medida tem a sua expressão simbólica, relativamente ao sistema cosmogônico (relativo ou pertencente a cosmogonia; cosmogenético - conjunto de teorias que propõe uma explicação para o aparecimento e formação do sistema solar) do planeta e à sua posição no sistema solar. Ali está o meridiano ideal, que atravessa mais continentes e menos oceanos, e através do qual se pode calcular a extensão das terras habitáveis pelo homem, a distância aproximada entre o Sol e a Terra, a longitude percorrida pelo globo terrestre sobre a sua órbita no espaço de um dia, a precessão dos equinócios, bem como muitas outras conquistas científicas que somente agora vêm sendo consolidadas pela moderna astronomia.
Redenção
Depois dessa edificação extraordinária, os grandes iniciados do Egitovoltam ao plano espiritual, no curso incessante dos séculos. Com seu regresso aos mundos ditosos da Capela, vão desaparecendo os conhecimentos sagrados dos templos tebanos, que, por sua vez, os receberam dos grandes sacerdotes de Mênfis.
Aos mistérios de Ísis e de Osíris, sucedem-se os de Elêusis, naturalmente transformados nas iniciações da Grécia antiga.
Em algumas centenas de anos, reuniram-se de novo, nos planos espirituais, os antigos degredados, com a sagrada bênção do Cristo, seu patrono e salvador. A maioria regressa, então, ao sistema da Capela, onde os corações se reconfortam nos sagrados reencontros das suas afeições mais santas e mais puras, mas grande número desses Espíritos, estudiosos e abnegados, conservou-se nas hostes de Jesus, obedecendo a sagrados imperativos do sentimento e, ao seu influxo divino, muitas vezes têm reencarnado na Terra, para desempenho de generosas e abençoadas missões.
A Índia
Dos Espíritos degredados no ambiente da Terra, os que se agruparam nas margens do Ganges foram os primeiros a formar os pródromos (Uso: formal: o que antecede a (algo); precursor, prenúncio, antecedente - Ex.: os p. da revolução - 2 espécie de prefácio; introdução, preâmbulo) de uma sociedade organizada, cujos núcleos representariam a grande percentagem de ascendentes das coletividades do porvir. As organizações hindus são de origem anterior à própria civilização egípcia e antecederam de muito os agrupamentos israelitas (sempre sofreram as conseqüências nefastas do orgulho e do exclusivismo), de onde sairiam mais tarde personalidades notáveis como as de Abraão e Moisés.
As almas exiladas naquela parte do Oriente muito haviam recebido da misericórdia do Cristo, cuja palavra de amor e de cuja figura luminosa guardavam as mais comovedoras recordações, traduzidas na beleza dos Vedas e dos Upanishads. Foram elas as primeiras vozes da filosofia e da religião no mundo terrestre, como provindo de uma raça de profetas, de mestres e iniciados, em cujas tradições iam beber a verdade os homens e os povos do porvir, salientando-se que também as suas escolas de pensamento guardavam os mistérios iniciáticos, com as mais sagradas tradições de respeito.
- O povo hindu não aproveitou como devia as experiências sagradas no orbe terrestre, embora grandes emissários como CRISNA e BUDA tenham sido mandados em sua ajuda - Muitos destes encontram-se ainda hoje em sua jornada de redenção no globo terrestre.
Os Arianos
Era na Índia de então que se reuniam os arianos puros, entre os quais cultivavam-se igualmente as lendas de um mundo perdido, no qual o povo hindu colocava as fontes de sua nobre origem. Alguns acreditavam se tratasse do antigo continente da Lemúria, arrasado em parte pelas águas dos Oceanos Pacífico e Índico.
A realidade, porém, qual já vimos, é que, como os egípcios e os hindus eram um dos ramos da massa de proscritos da Capela, exilados no planeta. Deles descendem todos os povos arianos, que floresceram na Europa e hoje atingem um dos mais agudos períodos de transição na sua marcha evolutiva. O pensamento moderno é o descendente legítimo daquela grande raça de pensadores, que se organizou nas margens do Ganges, desde a aurora dos tempos terrestres, tanto que todas as línguas das raças brancas guardam as mais estreitas afinidades com o sânscrito, originário de sua formação e que constituía uma reminiscência da sua existência pregressa, em outros planos.
Os Mahatmas
Da região do Ganges partiram todos os elementos irresignados com a situação humilhante que o degredo na Terra lhes infligia. As arriscadas aventuras forneceriam uma noção de vida nova e aqueles seres revoltados supunham encontrar o esquecimento de sua posição nas paisagens renovadas dos caminhos; lá ficaram, apenas, as almas resignadas e crentes nos poderes espirituais que as conduziriam de novo às magnificências dos seus paraísos perdidos e distantes.
Os cânticos dos Vedas são bem uma glorificação da fé e da esperança, em face da Majestade Suprema do Senhor do Universo. A faculdade de tolerar, e esperar, aflorou no sentimento coletivo das multidões, que suportaram heroicamente todas as dores e aguardaram o momento sublime da redenção.
Os "mahatmas" (grandes almas) criaram um ambiente de tamanha grandeza espiritual para seu povo, que, ainda hoje, nenhum estrangeiro visita a terra sagrada da Índia sem de lá trazer as mais profundas impressões acerca de sua atmosfera psíquica. Eles deixaram também, ao mundo, as suas mensagens de amor, de esperança e de estoicismo resignado, salientando-se que quase todos os grandes vultos do passado humano, progenitores do pensamento contemporâneo, deles aprenderam as lições mais sublimes.
Irmãos de Órion - Transmigrações Interplanetárias
Segundo pesquisadores, muitos de nós somos esses exilados tentando recuperar o tempo perdido, portanto caminhemos juntos sempre com a intenção de avanço, mas não só para o nosso progresso, mas para o de todas as civilizações.

FONTE:Mistérios Antigos
www.misteriosantigos.com

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

DESENCARNE

A melhor postura durante o desencarne é a prece,
o silêncio e assuntos que não comprometam o padrão vibratório do ambiente.


Durante o Desencarne

A principal dificuldade do recém-desencarnado é a adaptação ao impacto das energias astrais, o choque é muito forte e pensamentos e emoções dele ou de pessoas próximas o atingem com facilidade.

Essa fragilidade faz com que os irmãos que ficam aqui na Terra tenham grande importância na ajuda aos que voltam para o plano espiritual.

A fragilidade do espírito é maior até o momento em que o cordão de prata é rompido, e, infelizmente esse é o período de maior emissão de sofrimento pelos irmãos encarnados. Através desse último laço de união eles podem receber os choques desagradáveis das lembranças e das emanações de sofrimento dos que se encontram encarnados.

Além disso, muitos falam mal dos que se foram, relembrando acontecimentos de sua vida.

Essa é A PIOR POSTURA que qualquer um pode ter, se não tiver o que falar, FIQUE QUIETO, mas não fale sobre assuntos de baixo padrão vibratório, PRINCIPALMENTE se envolve o moribundo.
Duas coisas acontecem quando os INVIGILANTES decidem fazer a sua parte.

A primeira é o incômodo que começa a ser sentido pelo espírito, que mesmo quando possui merecimento para auxílio, não está isento das energias hostis enviadas pelos seus irmãos.

A segunda é a atração de espíritos de baixo padrão vibratório envolvidos nas conversas, que podem vir pedir perdão ou cobrar pelo erro do moribundo. Qualquer uma das opções é prejudicial para quem está preste a se libertar.

Sobre esse tema retiramos o seguinte trecho do livro Obreiros da Vida Eterna:
"As imagens contidas nas evocações das palestras incidem sobre a mente do desencarnado, mantido em repouso depois de rápido mergulho na contemplação dos fatos alusivos à existência finda. Não somente as imagens. Por vezes, nossos amigos presentes, fecundos nas conversações sem proveito. exumem, com tamanho calor, a lembrança de certos fatos, que trazem até aqui alguns dos protagonistas já desencarnados."

A melhor postura durante o desencarne é a prece, o silêncio e assuntos que não comprometam o padrão vibratório do ambiente.

Após o Desencarne

Após o desencarne o espírito também fica suscetível às vibrações dos familiares. Quando estes, em desequilíbrio, ficam chamando por ele, ocorre uma atração muito forte e o espírito recebe esse impacto de forma violenta, porque ainda está em período de adaptação.

Diferente do que muitos pensam, se o espírito recém-liberto voltar para o lar ele sofrerá junto com os familiares e de forma inconsciente se tornará obsessor dos seus entes queridos. Nos casos de doença pode até acontecer de um dos encarnados começar a sentir as dores que o moribundo sofria. Nesse caso ele se torna obsessor.

Retiramos o seguinte trecho do livro Voltei para exemplificar:

"... bastou que me entregasse à quietação para que certo fenômeno auditivo e visual me perturbasse as fibras mais íntimas.

Vi perfeitamente, qual se estivessem dentro de mim, as filhas queridas, então na Terra, e alguns poucos amigos, que deixara no mundo, dirigindo-me palavras de saudade e carinho.

- Pai querido! Diga-me se você ainda vive! Desfaça minhas dúvidas, ensine-me o caminho, venha até mim!

Era a voz de uma delas a interpelar-me.

O amoroso chamamento ameaça-me o equilíbrio. Minha razão periclitou por segundos. Onde me encontrava? Contemplava-a ao meu lado, queria beijar-lhe as mãos, expressando-lhe reconhecimento pela imensa ternura, mas debalde a buscava.

Ainda me não desembaraçara do inolvidável momento de estranheza, quando um médium de minhas relações apareceu igualmente no quadro.

- Meu amigo! Fale-nos, conforte-nos!.. – rogou comovidamente.

Ia gritar, suplicando socorro. Todavia, o Irmão Andrade, mais prestativo e prudente que eu poderia supor, abeirou-se de mim e cientificou-me de que aquele era fenômeno da sintonia espiritual, comum a todos os recém-desencarnados que deixam laços de coração, na retaguarda....

... asseverou que, aos poucos, saberia controlar o fenômeno das solicitações terrestres, canalizando-lhes as possibilidades para trabalho de elevação."

Conselhos Para quem Perdeu Recentemente Pessoas Próximas

Como foi falado no item Após o Desencarne, o espírito que desencarna sofre inicialmente o impacto dos pensamentos e emoções dos encarnados que estavam ligados a ele. Tanto os pensamentos de revolta e vingança quanto os de angústia e saudade chegam até ele.

Após algum tempo desencarnado ele aprende a lidar com essas vibrações.

O nosso conselho para quem perdeu alguém que ama é rezar por ele, pedindo ao Pai que o proteja e ampare onde ele estiver, PRONTO, SÓ ISSO e CHEGA!!

Aprendamos a acreditar REALMENTE na vida e eterna e na reencarnação, pois que nosso desequilíbrio traz sofrimento para aquele que amamos.

Dependendo do grau de evolução do espírito ele poderá voltar a visitar seus familiares na terra, assim que se restabelecer.

Existem Centros, como o que freqüento (Fraternidade Francisco de Assis, Casa de Bezerra de Menezes, Irajá – RJ) que realizam reuniões de preces para os desencarnados.

Fonte: Grupo PAZ

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

ANIMAIS


Respeitar e proteger os animais é um dever cristão.





Animais tem alma?


19/02/2002 - O que o Espiritismo fala sobre os animais; eles tem alma? Progridem? ou serão sempre animais? Porque eles sofrem? Eles tem Carma? Porque existem animais mais inteligentes?


Esta é uma pergunta difícil de ser detalhada, mas sem dúvida o espiritismo tem uma resposta. Os animais não tem alma como nós os humanos, mas tem um princípio espiritual que sobrevive à morte do corpo. Segundo os espíritos disseram a Kardec, quando o animal morre, espíritos especializados recolhem esse princípio espiritual, que entra em letargia e é encaminhado para uma nova encarnação quase imediatamente.


Este princípio inteligente, que ainda não é um espíritos, passará milênios incontáveis nesta condição, até chegar ao reino hominal, mas em mundos primitivos, onde o homem pouco se diferencia de um animal. Continua progredindo lentamente até adquirir consciência de si mesmo e desenvolver o livre arbítrio. Os homens progridem por sua vontade, mas os animais pela força das coisas ou do ambiente. Se eles permanecessem sempre animais seria uma injustiça, pois eles sofrem, são abatidos para a alimentação do homem, usados como cobaias e desenvolvem doenças como o câncer, por exemplo.


Mas eles não tem Carma, pois não tem livre arbítrio. Mas compreenda, caro amigo, que Carma é uma palavra das doutrinas indianas e não existe no espiritismo (preferimos ação e Reação ou causa e efeito). Os animais não são responsáveis pelos seus atos. Alguns são mais inteligentes pelos cuidados recebidos, ou talvez, porque progrediram um pouco mais do que os seus irmãos da mesma espécie. 




Fonte: Portal do Espírito

MÁGOA


" Libertemo-nos, pois, da mágoa, curando-a em nós, pela prece.
E ajudando nossos irmãos, sejam encarnados ou desencarnados, também com a prece
e com a divulgação dessas notáveis instruções. "


Síndrome alarmante, de desequilibro, a presença da mágoa faculta a fixação de graves enfermidades físicas e psíquicas no organismo de quem a agasalha.


A mágoa pode ser comparada à ferrugem perniciosa que destrói o metal em que se origina.


Normalmente se instala nos redutos do amor-próprio ferido e paulatinamente se desdobra em seguro processo enfermiço, que termina por vitimar o hospedeiro.


De fácil combate, no início, pode ser expulsa mediante a oração singela e nobre, possuindo, todavia, o recurso de, em habitando os tecidos delicados do sentimento, desdobrar-se em modalidades várias, para sorrateiramente apossar-se de todos os departamentos da emotividade, engedrando cânceres morais irreversíveis. Ao seu lado, instala-se, quase sempre, a aversão, que estimulam o ódio, etapa grave do processo destrutivo.


A mágoa, não obstante desgovernar aquele que a vitaliza, emite verdadeiros dardos morbíficos que atingem outras vítimas incautas, aquelas que se fizeram as causadoras conscientes ou não do seu nascimento.


Borra sórdia, entorpece os canais por onde transita a esperança, impedindo-lhe o ministério consolador.


Hábil, disfarça-se, utilizando-se de argumentos bem urdidos para negar-se ao perdão ou fugir ao dever do esquecimento. Muitas distonias orgânicas são o resultado do veneno da mágoa, que, gerando altas cargas tóxicas sobre a maquinaria mental, produz desequilíbrio no mecanismo psíquico com lamentáveis consequências nos aparelhos circulatório, digestivo, nervoso...


O homem é, sem dúvida, o que vitaliza pelo pensamento. Sua idéias, suas aspirações constituem o campo vibratório no qual transita e em cujas fontes se nutre.


Estiolando os ideais e espalhando infundadas suspeitas, a mágoa consegue isolar o ressentido, impossibilitando a cooperação dos socorros externos, procedentes de outras pessoas.


Caça implacavelmente esses agentes inferiores, que conspiram contra a tua paz. O teu ofensor merece tua compaixão, nunca o teu revide.


Aquele que te persegue sofre desequilibros que ignoras e não é justo que te afundes, com ele, no fosso da sua animosidade.


Seja qual for a dificuldade que te impulsione à mágoa, reage, mediante a renovação de propósitos, não valorizando ofensas nem considerando ofensores.


Através do cultivo de pensamentos salutares, pairarás acima das viciações mentais que agasalham esses miasmas mortíferos que, infelizmente, se alastram pela Terra de hoje, pestilenciais, danosos, aniquiladores.


Incontáveis problemas que culminam em tragédias quotidianas são decorrência da mágoa, que virulenta se firmou, gerando o nefando comércio do sofrimento desnecessário.


Se já registras a modulação da fé raciocinada nos programas da renovação interior, apura aspirações e não te aflijas. Instado às paisagens inferiores, ascende na direção do bem. Malsinado pela incompreensão, desculpa. Ferido nos melhores brios, perdoa.


Se meditares na transitoriedade do mal e na perenidade do bem, não terás outra opção, além daquela: amar e amar sempre, impedindo que a mágoa estabeleça nas fronteiras da tua vida as balizas da sua província infeliz.


"Quando estiveres orando, se tiverdes alguma coisa contra alguém, perdoai-lhe, para que vosso Pai que está nos Céus, vos perdoe as vossas ofensas". - Marcos: 11-25.


"Não sou feliz! A felicidade não foi feita para mim! exclama geralmente o homem em todas as posições sociais. Isto, meus caros filhos, prova melhor do que todos os raciocínios possíveis, a verdade desta máxima do Eclesiastes: "A felicidade não é deste mundo". - ESE Cap.V - Item 20.




Autor: Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco. Livro: Florações Evangélicas

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

AMPARADORES ESPIRITUAIS


Amparadores Espirituais

Nós, seres humanos, enquanto consciências emocionais, temos a tendência de pensar que os seres mais evoluídos sempre atendem aos nossos pedidos e realizam nossos desejos.

Não funciona assim. Do mesmo jeito que na Terra existem diferenças de padrão social, cultural, econômico etc, no plano espiritual também existe diferença de nível de evolução das consciências que lá habitam.

O que isso significa? Significa que quando nós pedimos ajuda a uma consciência evoluída (os seres de luz, como alguns costumam dizer) eles nem ouvem porque estamos numa frequência vibratória completamente diferente da que eles estão.

Imaginemos uma empresa. Quando um funcionário da linha de produção está com algum problema a quem ele vai pedir ajuda? Ao presidente, ao diretor? Não. Quem está mais próximo dele é o pessoal do RH – recursos humanos. Ele nem consegue chegar ao gerente, na maioria das vezes. O diretor da empresa nem toma conhecimento da existência desse funcionário. Não porque o funcionário não seja uma figura importante, mas é porque existe uma hierarquia e uma organização lógica dentro de uma empresa. O diretor está envolvido com assuntos de outro nível. O presidente também.

Levando isso para o lado espiritual, nós queremos acreditar que os seres de luz estão lá em cima para nos ajudar, não importa se eles estão em outro nível. É obrigação deles ajudarem as criaturas infelizes aqui da Terra. Pensar dessa forma é infantilidade e imaturidade consciencial.
As consciências evoluídas alcançaram esse nível porque trabalharam muito para isso. Ninguém dá para nenhuma consciência a evolução. Evolução é conquistada ao custo de muito trabalho. Mas nós, que somos seres emocionais e dependentes, não queremos trabalhar para nossa evolução, nem fazer mudanças significativas em nossas vidas. Nós só queremos pedir ajuda e esperar. E se não recebermos a ajuda que pedimos, criticamos os deuses, os santos e nos sentimos infelizes e esquecidos.

Temos que sair desse comodismo. Que tal arregaçar a manga e colocar a mão na massa? Pode ter certeza de que, se você fizer isso, aí sim vai trazer para perto de você amparadores espirituais de melhor qualidade. Não são os seres de luz que têm que baixar até a Terra para atender aos nossos pedidos. Nós é que temos que nos esforçar, melhorar nosso padrão para dar um passinho em direção a eles. Essa é a lógica. E como colocar a mão na massa? Comece fazendo uma lista de todos os seus "defeitos", vamos dizer assim, e se esforce para corrigi-los. Você sente raiva, geralmente? Você sente ciúme? Brigou com alguém e não consegue perdoar essa pessoa? Você vai ter que mudar tudo isso. É por essa razão que a pessoa nem pensa em sua própria vida, em seu nível de evolução. Porque se parar para pensar e fizer uma análise sincera, vai perceber tanta coisa para corrigir, que é melhor se auto-enganar, não encarar a sua própria verdade, e assim, fica durante várias encarnações, girando em torno de seu próprio ego, culpando as outras pessoas e o mundo pela sua infelicidade.

Nós somos responsáveis por nós mesmos. Somos herdeiros de tudo que criamos. Vamos encarar essa realidade com coragem e mudar esse contexto. Os amparadores espirituais se aproximam de pessoas que estão fazendo alguma coisa de útil para sua própria evolução. Não adianta ir a um asilo ou a um orfanato uma vez por mês, pensando que isso é uma bela ação de bondade. Você tem que mudar o que você é dentro de você.

Tente diminuir o tamanho do seu ego, assumindo os seus defeitos, assumindo os seus erros, pedindo desculpas quando for preciso, não julgando o seu próximo e nem praticando maledicências. Tente ser melhor a cada dia e você vai perceber as coisas a sua volta começarem a dar certo.

E, uma coisa que é fundamental: tenha sempre um sentimento de gratidão aos seus amparadores espirituais. Todas as coisas que você tem podem ser tiradas a qualquer momento. E, se você esta passando por dificuldades de qualquer tipo, analise seu comportamento. Se você se esforçar para mudar, saindo da zona de conforto do ego, com certeza atrairá amparadores espirituais, mudando o rumo da sua vida.

Artigo escrito por Fátima Alves, com base nos conhecimentos adquiridos no CEC.



Fonte: Forum Espírita


ELUCIDAÇÕES SOBRE A VIDA

"Fé inabalável é somente aquela que pode encarar a razão face a face,
em todas as épocas da humanidade."
Allan Kardec




"Reconhece-se a qualidade dos Espíritos pela sua linguagem; a dos Espíritos verdadeiramente bons e superiores é sempre digna, nobre, lógica, isenta de contradições; respira a sabedoria, a benevolência, a modéstia e a moral mais pura; é concisa e sem palavras inúteis. Nos Espíritos inferiores, ignorantes, ou orgulhosos, o vazio das idéias é quase sempre compensado pela abundância de palavras. Todo pensamento evidentemente falso, toda máxima contrária à sã moral, todo conselho ridículo, toda expressão grosseira, trivial ou simplesmente frívola,
enfim, toda marca de malevolência, de presunção ou de arrogância,
são sinais incontestáveis de inferioridade num Espírito."



"Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral,
e pelos esforços que faz para domar as suas más inclinações".



"Pelo Espiritismo a humanidade deve entrar em uma nova fase, a do progresso moral,
que é a sua consequência inevitável".



"Caminhando de par com o progresso, o Espiritismo jamais será ultrapassado, porque,
se novas descobertas lhe demonstrassem estar em erro acerca de um ponto qualquer,
ele se modificaria nesse ponto. Se uma verdade nova se revelar, ela a aceitará."



"Melhorados os homens, não fornecerão ao mundo invisível senão bons espíritos; estes, encarnando-se, por sua vez só fornecerão à Humanidade corporal elementos aperfeiçoados.
A Terra deixará, então, de ser um mundo expiatório e os homens não sofrerão mais as misérias decorrentes das suas imperfeições."



Autor: Allan Kardec



"Vosso espírito se elevará mais depressa se já progrediu em inteligência".
Allan Kardec



SOZINHA - UMA PAUSA PARA PENSAR



A vida nunca ensina coisa alguma.

É você quem decide se há uma lição em cada alegria,cada tristeza e cada dia comum pelo qual passa, ou se desperdiça todos os momentos de prazer e dor.
Não são os fatos que acontecem que fazem com que você aprenda algo, mas somente suas respostas e reações àquilo que acontece.
Também não são as experiências de sua vida, desde a infância, que transformaram você na pessoa que é hoje, mas somente a maneira como reagiu, ou respondeu, àquilo que você viveu.

Veja que são coisas bem diferentes.
Tudo o que você é, tudo o que você foi e tudo o que você será tem relação direta com o jeito como você age quando uma coisa boa, ou má, acontece na sua vida.

Exatamente por isso, uma mesma situação pode levar uma pessoa a tornar-se mais ácida, deprimida, cínica e isolada, enquanto outra -- na exata mesma situação -- aproveita para se tornar alguém melhor, com mais fé, coragem, resistência e confiança no espírito humano ou em seu próprio potencial de ser feliz.

Coisas boas e coisas ruins acontecem a todos os seres humanos de modo aleatório, mas consistente com leis matemáticas e universais de ação e reação.
Por isso não é possível vivermos em um paraíso, mas podemos ser um oásis de paz no meio das guerras que muitas outras pessoas vivem, se nos lembrarmos de que não podemos escolher tudo o que nos acontece, mas quase sempre podemos escolher o modo como reagimos àquilo que nos acontece.

Podemos fugir à tristeza? Não.
Podemos impedir todas as perdas? Não.
Podemos prender a nós todos os que amamos? Não.
Mas podemos usar os momentos de dor e separação como razão para tornar ainda mais importantes os momentos nos quais estamos ao lado dos que amamos;
podemos tornar nosso trabalho mais profundo, podemos nos tornar pessoas diferentes daquilo que já fomos.
Podemos escolher nossas reações.
Podemos ser, hoje, melhores do que fomos ontem.

Mesmo quando a realidade é dura, sua reação, sua resposta à ela pode levar você para frente, para novos horizontes e uma vida mais rica ou pode derrubar você.
Se isso acontecer e você cair ao chão, faça com que seja uma queda temporária.
Levante-se e ande ...

O fracasso só existe se você não se levantar após uma queda.
Cabe a você -- e somente você -- escolher se os acontecimentos de ontem, hoje e amanhã serão usados para torná-lo uma pessoa melhor ou pior do que você é agora.

É apenas uma escolha. A sua escolha.
Qual será sua escolha hoje?


Fonte:
Centro Espírita Caminhos de Luz

domingo, 27 de novembro de 2011

A ALIMENTAÇÃO CARNÍVORA




AUTOR: MARCOS PAULO DE O. SANTOS
FONTE : O MENSAGEIRO


Teceremos alguns comentários sobre a alimentação carnívora e para tanto nos apoiaremos em algumas citações dos espíritos.
Na obra “Cartas e Crônicas”, ditada pelo espírito Irmão X e psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier, encontramos um texto intitulado “Treino para a morte” que muito nos chamou atenção e, por isso, citamos a parte abaixo referente a temática que ora apresentamos:
“Comece a renovação de seus costumes pelo prato de cada dia. Diminua gradativamente a volúpia de comer a carne dos animais. O cemitério na barriga é um tormento, depois da grande transição. O lombo de porco ou o bife de vitela, temperados com sal e pimenta, não nos situam muito longe dos nossos antepassados, os tamoios e os ciapós, que se devoravam uns aos outros.”
Inferimos que a viciação alimentar muito nos aflige além túmulo. E, outrossim, o autor nos compara de forma, talvez eufêmica, aos antropófagos de outrora, pois “não nos situamos muito longe” deles.
Continuando a nossa breve busca por informações sobre esse assunto, veremos que Emmanuel, na obra “O Consolador”, na questão 129, que pergunta se é um erro o homem se alimentar dos animais, ele responde:
“A ingestão das vísceras dos animais é um erro de enormes conseqüências, do qual derivaram numerosos vícios da nutrição humana. É de lastimar semelhante situação, mesmo porque, se o estado de materialidade da criatura exige a cooperação de determinadas vitaminas, esses valores nutritivos podem ser encontrados nos produtos de origem vegetal, sem a necessidade absoluta dos matadouros e frigoríficos.”
Notamos a clareza das idéias desse espírito. Chamamos atenção para a afirmativa dele ao dizer que podemos encontrar recursos nutritivos de origem vegetal, sem a “necessidade absoluta” de sacrificarmos nossos irmãos inferiores.
Mais a frente Emmanuel nos diz que não podemos olvidar a máquina econômica que está por trás de tudo isso e que, de certa forma, auxilia muitas famílias que sobrevivem da matança dos animais. E ele bondoso como é, repousa suas esperanças no porvir. Já que lá, o homem estará mais purificado e será mais amoroso para com todas as criaturas. De qualquer forma, pela sua resposta vimos que ele é totalmente contrário.
O cidadão de “Nosso Lar”, André Luiz, assim nos fala em “Conduta Espírita” a respeito dos animais:
“Esquivar-se de qualquer tirania sobre a vida animal, não agindo com exigências descabidas para a satisfação de caprichos alimentares nem com requintes condenáveis em pesquisas laboratoriais, restringindo-se tão-somente às necessidades naturais da vida e aos impositivos justos do bem. O uso edifica, o abuso destrói.”
A clareza de André Luiz também é forte. O fato é que no momento do sacrifício o animal com medo, efeito natural do instinto de conservação, torna a “matança” dolorosa e árdua. E, por isso, é difícil não encontrar um local onde os animais não sejam mortos com tirania e crueldade para satisfazerem os caprichos humanos. Vejamos o que nos diz Eurípedes Kühl na obra “Animais nosso irmãos” a respeito de como eram executados os animais (e talvez ainda o sejam):
“- 12 horas antes do abate eram privados de água e alimento, para amaciar a carne;
- eram conduzidos molhados a um corredor e dali tangidos com choques elétricos de 240 volts;
- a seguir, uma pancada na cabeça, tonteando-os;
- animal ainda vivo, as patas eram cortadas, com machado ou tesoura grande, de forma a esgotar todo o sangue;
- ainda vivo, com ferimentos terríveis, o animal era colocado em uma estufa para suar e com isso eliminar o ‘mal educado’ cheiro de cavalo de sua carne;”
Será que alguém em sã consciência aceitaria tais situações para com os animais? Fazendo uma pausa por aqui, nos perguntamos como os espíritos grupos se sentem diante de tais situações. Um exemplo melhor ainda, como será que Francisco de Assis se sentiria vendo os animais morrerem dessa forma brutal?
Continuando nossa jornada por mais informações, o fato é que ocorreram várias denúncias, grupos defensores da natureza fizeram protestos e, talvez, hoje o método de abate tenha modificado um pouco. Quem vai saber? Talvez, a crueldade seja a mesma. A mídia e nós que somos cegos para tal situação.
Nós descrevemos uma das formas de abate acima, para que o leitor tenha uma nítida noção do que esses animais sofrem para satisfazerem nossos banquetes.
Certamente que eles no momento da morte muito dolorosa, pelo instinto de conservação, lançam na matéria todo o pavor, angústia e outras cargas deletérias que iremos consumir depois. E isso não é de se estranhar, porque o animal não compreende como nós, homens civilizados e superiores, que o trata tão bem, de modo intempestivo, leva-o para sua própria desgraça!
Talvez por isso existam no mundo as famosas doenças como a “gripe do frango”, “mal da vaca louca” e outras que virão. Pode ser um aviso do mais alto para que paremos de nos alimentar grosseiramente. Os animais não foram criados para tal.
Na obra “Diretrizes de Segurança” de Divaldo P. Franco e Raul Teixeira, encontramos a elucidação de Raul que diz:
“A alimentação não define, por si só, o potencial mediúnico dos médiuns que deverão dar muito maior validade à sua vida moral do que à comida obviamente.
Algumas pessoas recomendam que não se comam carnes, nos dias de tarefa mediúnica, enquanto outras recomendam que não se deve tomar café ou chocolate, alegando problemas das toxinas, da cafeína, etc., esquecendo-se que deveremos manter uma alimentação mais frugal, a partir do período em que já não tenha tempo o organismo para uma digestão eficiente.
É mais compreensível, e me parece mais lógico, que a pessoa coma no almoço o seu bife, se for o caso, ou tome seu cafezinho pela manhã, do que passar todo o dia atormentada pela vontade desses alimentos, sem conseguir retirar da cabeça o seu uso, deixando de concentrar-se na tarefa, em razão da ansiedade para chegar em casa, após a reunião, e comer ou beber aquilo de que tem vontade. (...) Lembremo-nos que o ‘médium’ Hitler era vegetariano e que o médium Francisco Cândido Xavier se alimentava com carne.”
O grande problema é que o nosso organismo, desde novo, é viciado pela ingestão (muitas vezes obrigatória pelos nossos pais) de animais. (Eles não têm culpa, porque também foram alimentados dessa maneira. É uma verdadeira bola de neve!). Depois para sairmos de tal situação é mais difícil. Nos assemelhamos a outros viciados que fazem esforços hercúleos para saírem de uma situação ruim.
Fica claro segunda a resposta desse grande médium Raul, que a alimentação carnívora não influencia na moralidade da pessoa. Fato esse que somos de total acordo. Entretanto, não podemos olvidar as idéias dos espíritos que aqui citamos que são contrários à ingestão de carne. Por isso, devemos fazer um esforço contínuo para aliarmos o útil ao agradável. Podemos ser boas pessoas (médiuns) e pararmos de comer os despojos dos nossos animais, nossos queridos irmãos.


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A ILUSÃO DE MORTE E DE MORRER



Arcanjo Azriel Canalização: Karen Doonan
em 14 de novembro de 2011
Eu sou o Arcanjo Azriel e eu vim através de nosso canal nesta hora para ajudar aqueles que se encontram na ilusão da morte.
Muitos que encarnaram no planeta Terra tomaram a decisão que na encarnação eles não viveriam a experiência de vida por todos os anos “presumidos” de um Ser Humano.
Queridos, há muita dor ao redor da partida de uma alma e a dor não é sem motivo, a dor é para ser superada, não é para ser mantida como uma lembrança ou um troféu da alma que parte.
Muitos estão profundamente presos na dor e no trauma e mesmo agora acham difícil até falar o nome do ente querido que se foi.
A ilusão ensina profunda e consistentemente sobre a morte humana e nós estamos aqui para ajudá-los a superar isso.
Muitos têm vivenciado a morte de entes queridos e então entrado mais ainda no pesar de “tragédias” maiores, nós notamos a expansão do pesar por todo o planeta por almas que não têm interação com outras almas, tal é a profundidade da dor que se carrega dentro do coração.
As novas energias, queridos, estão aqui para dissolver aquilo que não serve mais e a ilusão de morte e de morrer é uma dessas energias que não são mais apoiadas.
Nós temos total conhecimento de como pode ser difícil ouvir nossas palavras e nestas palavras estão o alívio e a calma que suas almas anseiam, pois, em ponto algum, vocês celebram um contrato como Ser Humano para viver em extrema agonia e dor por toda a duração da experiência da vida humana.
Isto é ilusão, queridos, e nós estamos aqui para ajudá-los a levantar os véus da ilusão para que vocês possam começar a respirar e a SENTIR de novo.
Pois ao SENTIR vocês se reconectam àquilo que lhes ensinaram que foi perdido.
A perda física é uma perda que choca e leva à descrença, não há um Ser Humano, queridos, que possa apreciar totalmente a mortalidade de estar na forma humana.
Mas é a ilusão que é ensinada pelo planeta inteiro, onde em muitas sociedades é proibido falar na morte.
Muita ilusão gira em torno da morte e de um Ser Humano morrer.
Muitos ficam chocados até o fundo de seu Ser e não têm permitido processar o evento e a passagem de um modo que eles se vejam saindo do pesar e voltando para a reconexão com a experiência de vida humana.
A ilusão tem ensinado que todos os humanos deveriam viver até determinada idade e tem falhado em reconhecer que não pode ser conhecido quanto tempo um humano viverá, pois isto é parte do contrato da alma e somente a alma tem acesso a essa informação.
Para perpetuar a ilusão é ensinado que os filhos deveriam sempre viver além dos pais e este ensinamento da ilusão traz sofrimento extra onde já existe muita dor.
Queridos, vocês veem como a ancoragem deste ensinamento porá o dedo numa ferida já aberta?
Toda alma encarna no planeta Terra para passar pela experiência de vida humana.
Toda alma celebra contratos com outras almas com as lições para experimentar e as alegrias e perdas que são para ser experimentadas.
Isto é para ajudar a alma crescer e se expandir.
Todos ligados nessa experiência de vida humana concordaram com tudo que se desenrola.
Tudo é feito a partir do amor, e a ilusão ensina profundamente sobre o amor, mas afasta muitos humanos da VERDADE sobre o AMOR.
Amar não se trata de perda, amar se trata de acolhimento, pois o verdadeiro AMOR não conhece limites, não dói amar, queridos, pois amar livremente é acolher a VERDADE.
Onde você sentir que o amor fere, então é a ilusão ensinando.
A pessoa que declara que ama vocês enquanto tenta controlá-los, não ama, ensina, apresenta-lhes lições, mas não ama no verdadeiro sentido.
Ela está separada e está sendo ensinada assim como vocês estão sendo ensinados.
Nossas palavras têm sentido para vocês, queridos?
Pois amar alguém é permanecer no seu poder e permitir que a pessoa permaneça no dela.
E ainda vemos muitos paralisados pelo amor, o amor que ameaça rompimento; isto não é amor, queridos, isto é a ilusão ensinando.
Para muitos que estão presos em casamentos com pessoas com quem eles não mais se relacionam, a lição é liberdade; quando eles sentem que criaram a armadilha, a ilusão alimenta esta armadilha e eles fecham seus corações.
Quando vocês permitem que outro os defina e controle, ambos estão trilhando a ilusão.
É preciso que uma pessoa destrua a armadilha, queridos, para que ambos aprendam a lição.
Vocês entendem minhas palavras?
Quando nós vemos a dor que um pai ou mãe armazena com a “perda” de um filho, nós vemos a ilusão ensinando que o amor fere.
Mas o amor cura, queridos; e ao permitir o AMOR que É a cura, seu coração vê a conexão ao ente querido, que deixou o físico, se fortalecer e se abrir para vocês.
Pois aqueles que mudam para o plano espiritual estão livres das limitações físicas que vocês têm.
Eles veem o contrato inteiro, o cumprimento do contrato e eles ficam preparados para ajudar, apoiar e curar.
A ilusão veda seus ouvidos e seus olhos, vocês caminham cegos e surdos pelo pesar e os ensina que tudo está perdido, mas seus entes queridos permanecem ao seu lado, segurando sua mão e tentando alcançar seu coração.
Pois eles não estão mais limitados pela ilusão e tentam ajudá-los a ver a ilusão.
Vocês entendem nossas palavras?
Vocês veem como a ilusão os afasta da própria energia que procura ajudar a libertá-los?
Saibam que muitas almas concluíram esta vida e muitas mais partirão nos próximos dias e semanas.
Os contratos estão concluídos e as lições aprendidas.
A partida delas é por escolha, muitas voltarão de imediato para esta dimensão e nascerão outra vez para vivenciar o novo.
Outras esperarão e assistirão tudo se desenrolar.
Mas saibam que vocês têm acesso a TODOS o tempo TODO.
O que os impede de ouvir é o pesar, o que os impede de sentir é o pesar e o que os impede de ver é o pesar.
O pesar é a transição de um estado de Ser para outro e é um processo que tem vários estágios.
Pular estágios é o que a ilusão ensina.
Pois ela ensina que todos deveriam permanecer firmes e não chorar, que tudo deveria continuar de alguma forma, mas sem lamentar pela perda do físico.
Até ensinamentos profundos mostram como manter a dor tão viva que o pesar não passa, tudo é lembrado e relembrado e o coração fica bloqueado por causa da dor do trauma.
Vocês veem como a ilusão rouba o AMOR da sua vida?
Vocês veem como a ilusão os afasta daquilo que está perto de vocês?
Nós orientamos todos a permitir que o velho se dissolva.
O parente por quem vocês choram não está nas roupas que vocês guardaram, nem nas fotos que vocês pressionam contra seu coração enquanto o sentem despedaçado.
Pois esse parente está perto de vocês, ele emana o amor dele através e ao redor de vocês e ele mantém o espaço para vocês.
Mas a ilusão pode cegá-los, são muitas as mães que choram por seus filhos somente para que eles respondam a elas.
Então, envolvidas na ilusão da perda e do pesar, elas não ouvem os sussurros de amor que chegam aos seus ouvidos suavemente.
Elas não sentem no rosto o carinho suave de seu ente querido, que está próximo delas.
Pois TODOS são UM.
Conforme o novo se desenrolar, novos modos de Ser emergirão.
Para aqueles que estão prontos para abraçar a VERDADE nós orientamos que vocês permitam que tudo se dissolva.
Aquilo que nunca foi VERDADE partirá para ser substituído pela VERDADE que sempre esteve aí e sempre no seu coração.
Pois o coração conhece a VERDADE, e é ao coração que a ilusão ensina que ele está despedaçado, que nunca se recuperará.
Muitos nunca se aventuram a se aproximar do coração de tão profundos que são os ensinamentos da ilusão.
Aqueles que se aventuram a entrar no coração descobrem que a dor não passa de ilusão, que através das lágrimas há uma força tão grande e eles caem em lágrimas.
Pois é com a força que vocês avançam, e também não se dá nada para ser experienciado se não houver as ferramentas para superar.
O seu coração contém o AMOR e esta é a resposta para tudo nesta experiência de vida humana.
Aqueles que mudam para o espiritual e deixam o físico para trás simplesmente cruzam a ponte arco-íris, queridos, uma ponte que vocês são capazes de acessar a qualquer momento.
Vocês somente podem chegar à metade da ponte na forma humana, mas a alma que passou é capaz de encontrá-los na metade dela.
Saibam que isto está disponível para TODOS o tempo TODO.
O modo de encontrar a ponte arco-íris é entrar no coração, pois o coração é o mapa de toda a experiência de vida humana.
Quando vocês começam a descongelar as emoções que a ilusão lhes ensinou para armazenar, vocês começam a despertar novamente para o AMOR, pois ele nunca morre, ele é como uma chama que arde pela eternidade.
Essa chama é o que os mantém vivos, pois TODOS SÃO UM, TODOS estão conectados na VERDADE.
Eu sou o Arcanjo Azriel e eu venho para ajudá-los a liberar aquilo que não serve mais, e que não são as recordações de seus entes queridos, amados, é a ilusão que ensina que eles estão perdidos.
NINGUÉM está perdido, pois TODOS SÃO UM.
Alcancem seu coração e permitam-no SENTIR novamente, pois o ente querido permanecerá perto de vocês pela eternidade até que vocês se encontrem novamente em espírito.
Saibam disto.

Copyright Karen Doonan. Todos os direitos reservados.
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O artigo pode ser reproduzido em sua íntegra SE A AUTORIA E O WEBSITE DOS AUTORES FOREM CREDITADOS.