domingo, 22 de maio de 2016

UMA PESSOA QUE SABE O QUE QUER:



Eu, após anos de luta, ainda tentando ser uma pessoa ''que sabe o que quer''...
Um dia chego lá. 
Busco o foco, rezo pela força e mantenho a fé.



UMA PESSOA QUE SABE O QUE QUER:
Não procura, pega.
Não bate cabeça, ergue e caminha.
Não procura líderes, a mente a lidera.
Não pergunta, tem respostas.
Não tem comandados, tem companheiros.
Não divide, agrega.
Não se surpreende, aceita.
Segue o caminho sem titubear e o deixa livre para os que virão depois.
Não omite ou deturpa informações, as fornece sucintas e com clareza.
Pode acordar mais duas, mais dez, mais mil, com segurança e firmeza nos atos.
Sabe que sabe, e só isso lhe basta.
Chega na frente a acende a luz para os retardatários.
Também partirá um dia pro infinito, mas saberá em qual guichê entregará o passaporte do espírito.
Uma pessoa que sabe o que quer sempre fará a diferença na soma da vida!
Acorde, seja mais uma pessoa que sabe o que quer.
[elza fraga]
Para reflexão apenas.
Imagem retirada da internet.

AVALIAR E JULGAR - DIFERENÇA NEM TÂO SUTIL



Avaliar é perceber, examinar, olhar no olho pra se chegar,
ou não, a conclusão: T'aí, desse faço questão da amizade.
E é, principalmente, não se deixar levar pelas considerações
a respeito feitas por terceiros e quartos.
A avaliação é particular, nunca pública. 
Já o julgamento é outro departamento.
É aquele espetáculo que montamos com acusação, defesa e finalmente nós, os juízes da vida alheia, nos dando o direito de, após escutarmos as testemunhas em questão (fofoca, maledicência, rádio corredor, como queiram chamar), condenarmos ou absolvermos o alvo do nosso dedo em riste.
Sutil a diferença? Nem tanto...

Ilustro com os cinco princípios de Reiki.
Usemos e abusemos no nosso dia a dia, não precisa ser reikiano para fazer uso da sabedoria contida nos princípios, é só aplicar na própria vida que já consertamos um bom pedaço dela.

[elza fraga]

CHEGADA A HORA DA COLHEITA



Tão curta a vida, por mais anos que ela carregue, por mais que nos curve a espinha ereta dos primeiros anos.
Na juventude, local propício ao trabalho do "ser", a gente costuma brincar de "ter" ou "estar". E o tempo passando vai mostrando as setas que se ignora, viramos para o outro lado da estrada, na mais larga avenida, por medo de vielas e becos.
Ninguém pode nos ensinar a enfrentar esses medos, nossos desafios. É uma questão da gente resolver com a gente mesmo. 
Mas vamos adiando para um amanhã que demora a chegar.
Muitos em nosso entorno nos dão toques sutis, apontam o dedo pro caminho correto, falam coisas que a gente escuta apenas com a orelha, não ouve com o ouvido da alma!
Até que o outono se faz, prenunciando um inverno rigoroso e de cobranças dos débitos calorentos vindos do passado.
Vingança? Maldade da vida ingrata? 
Não! Apenas colheita.
Mesmo sem ser árvores temos lá nossas raízes, quantos de nós já pensou em onde aprofundou as suas?
E quantos ainda não vivem belamente sendo orquídeas, se aproveitando da seiva da árvore da vida, se alimentando dela, pensando no "pra sempre feliz" das histórias?
Tem uma hora em que todo o ser se encontra com sua consciência mais profunda. Com certeza é a hora mais difícil pra muitos. Não somos muito bons em estudar e examinar periodicamente essa nossa alminha inquieta para evitar os danos futuros, o terreno tomado por ervas daninhas.
A limpeza é demorada, se arrancam os galhos um a um, requer perícia e tempo. Tempo esse que a gente vive jogando fora em conversações inúteis, em mundanismos tolos.
Quisera eu ainda tempo pra acabar a tarefa. E torço por nós, encarnados em tempos difíceis.
Boa sorte, boa capinada, ótima colheita...
[elza fraga]